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Propósito na Massoterapia

Porquê se tornar um massoterapeuta

O tratamento terapêutico através de toques é presente em diversas culturas a tal ponto de ser difícil definirmos se foi uma invenção dos indianos, egípcios ou chineses. O fato é que ao sentirmos dor automaticamente levamos nossa mão em direção a área na tentativa de conter essa dor e, em muitos casos, esse movimento instintivo de fato auxilia no processo de recuperação da área. 

Tal conhecimento, ao longo do desenvolvimento da civilização humana, proporcionou que a massoterapia se tornasse uma técnica terapêutica capaz de auxiliar na recuperação do equilíbrio do corpo, mas a massagem está muito além de apenas toques para aliviar a dor. Hoje temos diversos tipos de massagem que exercem no corpo funções distintas como relaxar, liberar, nutrir, entre outras. Cada uma das técnicas se apoia em sequências e movimentos específicos, porém possibilitando uma integração entre esses diversos tipos. Para ser um massoterapeuta você deve conhecer essa diversidade tão rica dentro desse universo. 

A massagem, de forma geral, provoca tanto em quem recebe quanto em quem pratica diversas transformações em níveis físico, mental e energético. É um exercício de se entregar e confiar em outro ser humano, confiança essa que é abalada pela lógica competitiva da sociedade em que estamos inseridos. Permitir-se experimentar uma massagem é fazer esse exercício de humanidade, reconhecer suas dores e conflitos e buscar em outro ser apoio para os desafios da vida. 

O massoterapeuta dificilmente poderá ser substituído por uma máquina, pois a troca de energia que acontece quando duas almas se encontram não pode ser reproduzida por uma máquina que não seja capaz de sentir. Dessa forma, um massoterapeuta não pode realizar o seu trabalho de forma mecânica, é necessário entender a profundidade que significa tocar outro ser humano. 

Cada ser é constituído de um “Eu” e quando dois indivíduos, ou mais, se encontram nós temos a junção de eus (D’eus) e algo milagroso acontece desse encontro. Não podemos negar que somos seres relacionais, dependemos das relações para nos desenvolvermos. Essa jornada começa com a relação com os pais, que nos conduz na relação com as coisas do mundo e é na interação com os objetos que a criança conhece o mundo e também se reconhece.

Relacionar é preciso, e é necessário que essas relações sejam de qualidade e que favoreçam essa jornada em busca de si mesmo. Na relação com o outro temos a oportunidade de aprender sobre nós mesmos, é o outro que nos aponta limites, defeitos e também qualidades. A partir desse espelhamento vamos aprendendo a lapidar os defeitos, a potencializar as qualidades e a desfrutar dos mistérios da vida e dos encontros. 

A massoterapia é portanto, um espaço para se relacionar, relacionar-se com o próprio corpo e com a fragilidade humana. Geralmente quando buscamos as práticas terapêuticas muita coisa já está desequilibrada e  estamos beirando um colapso emocional.  Ainda não aprendemos a usá-las de forma preventiva, mas acredito que essa mentalidade venha se transformando ao longo dos séculos. 

Ao se dispor a ser quem acolhe o outro você se permite entrar em contato com a complexidade humana e, sendo você um ser humano, podemos dizer que você entra em contato com a própria complexidade. Tentamos durante muito tempo encontrar as fórmulas e receitas para a felicidade, mas todas elas falharam em suas promessas e nós continuamos sendo influenciados pela impermanência das emoções. Talvez isso aconteça porque não é possível ser feliz o tempo todo, então temos que aprender a lidar com o sofrimento, com a tristeza e com a dor, pois estes são fenômenos inerentes à condição humana. 

Impor-se uma busca desenfreada só por aquilo que você julga bom irá levá-lo a uma produção exagerada de estresse, pois você não conseguirá ter esse controle. Em algum momento a vida te convidará a lidar com a perda de uma pessoa amada ou a frustração de não conseguir o emprego desejado ou mesmo uma pandemia pode assolar o planeta. E aí? O que você vai fazer diante dessas situações? 

A verdade é que também não existem receitas para “como sofrer”, é necessário viver o sofrimento, entender que na vida nada é permanente, nem mesmo nós mesmos. Hoje queremos uma coisa, amanhã outra. Tudo muda constantemente e saber disso nos alivia do estresse de ter que ser constante. Isso nos permite mudar, transformar e também retroceder, afinal de contas pra quem sabe olhar pra trás nenhuma rua é sem saída. Em alguns momentos precisamos voltar algumas casas no jogo da vida para reconhecermos a origem de alguns sofrimentos que se perduram ao longo do tempo. 

A jornada na massoterapia é, dessa forma, um convite para entrar em contato com que há de mais humano: o próprio corpo e sua fragilidade. Cada pessoa que deita na maca de um massoterapeuta leva com ela suas dores e suas aflições e ao ser tocada permite ser inspirada, pela amorosidade de um toque respeitoso, à afrouxar a necessidade de ser perfeito e permanente. E o massoterapeuta relembra que ele também pode ser humano e frágil. 

É só quando integramos nossa dimensão humana que nos permitimos acessar o que há de mais sagrado em nós, toda a nossa potência de gerar benefício aos outros seres através do amor e da compaixão. O propósito da massoterapia pode ser entendido então, como a auto transformação a partir do estar a serviço de outro, outro esse que talvez você nunca tenha visto na vida. É nesse momento que você aprende a acolher sem julgar, apenas ser presença testemunhando a complexidade que é ser humano. 

Iniciar uma jornada na massoterapia é iniciar uma jornada dentro de si mesmo, é aprender sobre as dinâmicas do corpo e também da vida. É humildemente se colocar a serviço da fonte criadora de tudo que existe. É amar o próximo como a si mesmo. Desta maneira, é parte imprescindível da jornada receber muita massagem, para que a compaixão e o cuidado consigo  mesmo seja a referência para amar e cuidar do outro. 

Por Amanda Pinho – Psicóloga, Terapeuta Corporal, facilitadora do curso de Anatomia Metafísica e corpo docente da Formação Massoterapia Integrativa.

Desafio à imobilidade

Ficamos encantados com os movimentos belos e harmônicos do corpo humano. Este possui um leque de possibilidades gestuais que vão além dos objetivos funcionais e mecânicos. Os movimentos humanos estão conectados ao seu universo afetivo e cultura.

Você já reparou na quantidade de movimentos que realiza ao longo do dia? Até para respirar, podemos estar numa postura estática, deitados na cama, ou sentado sobre uma poltrona confortável, que internamente uma sinfonia de movimentos acontecem dentro do nosso corpo para que o ar entre e saia de nossos pulmões. 

Não é só no nosso corpo, mas a natureza também revela a supremacia do movimento, desde aqueles mais óbvios, como as ondas do mar, como aqueles invisíveis aos olhos, como os movimentos das raízes por baixo da terra. 

O corpo, para que este se mantenha saudável, necessita estar em movimento. Vida é sinônimo de movimento, que é sinônimo de ação.  A imensa quantidade de movimentos experimentados desde o nascimento é uma preciosa ferramenta a serviço da nossa experiência humana. 

A seleção dos movimentos acontece pelo registro dos gestos mais utilizados, mais repetidos, que pouco a pouco se inscrevem no cérebro como uma mapa.    

Quando criança nossa consciência corporal é bastante afinada e é notória a elegância dos movimentos que produzimos, a medida que vamos adquirindo hábitos e padrões de comportamentos vamos alterando essa consciência e toda a elegância se transforma em gestos e posturas disfuncionais. 

Nosso corpo revela que para mantermos a elegância do movimento é necessário preservar a democracia desempenhada pela musculatura.  Os músculos cumprem uma função de nos movimentar por meio de deslocamentos, posturas e uma secessão de gestos. 

Um corpo harmonioso estabelece uma democracia entre os seus músculos, permitindo cada grupo muscular agir através da reciprocidade, num relacionamento fraterno. Aos músculos está reservada a consciência do diálogo, dando possibilidade para que a alma se manifeste em sentimento, pensamento e linguagem. 

Ao longo do tempo vamos adquirindo hábitos que enfraquecem a democracia muscular e impomos uma ditadura a um determinado grupo em detrimento de outro. Quando isso acontece passamos a sentir dores e desconfortos naqueles músculos que estão sobrecarregados. Com isso vamos perdendo toda a elegância e mobilidade. 

O corpo não é um mero serviçal que apenas realiza o que a mente determina, mas é também mente em si mesmo. O maior desafio para o entendimento disso é a ideia tão arraigada de que corpo e mente são separados.  O corpo utiliza os sentidos e os movimentos como mediadores entre o indivíduo e o mundo. O movimento determina todos os processos vitais, em todas as dimensões, sejam elas vegetativas ou cognitivas. Toda comunicação humana implica em algum tipo de movimento. 

A partir do trabalho com o movimento muscular temos uma chave preciosa para alterar padrões cognitivos e modificar os padrões considerados disfuncionais ou inadequados. 

Dessa forma, estou tentando trazer luz ao conceito de corpo como produtor e produto da cognição. O aprendizado envolvendo todo o corpo do indivíduo criará ordens de pensamentos ao mesmo tempo que a ação corporal e a cognição se estruturará, não como um fenômeno separado mas, vinculado ao corpo. 

Para cada tipo de dor e parte do corpo adoecida, teremos padrões de movimentos e posturas razoavelmente típicos. Mesmo que a fala do indivíduo esteja confusa, seu corpo não se engana e mostrará através de seus movimentos o que acontece naquele organismo que talvez o indivíduo não consiga traduzir em palavras. 

Nos caminhos paralelos entre medicina e educação foi se tornando cada vez mais claro o papel do corpo como o primeiro e o mais importante meio de comunicação que o ser humano possui. Esse corpo que não é visto mais como um aglomerado de moléculas e reações químicas e sim um conjunto de ações que se organizam por meio de comunicações em vários níveis. 

O trabalho corporal deve se utilizar de exercícios simples baseados nos princípios neurológicos de equilíbrio, tônus muscular, ritmo, deslocamentos espaciais, com o intuito de reeducar os movimentos e criar novos padrões de ordenação mental.

Infelizmente, em consequência aos equívocos culturais, a atividade corporal como meio de comunicação vem sendo negligenciada e sucumbindo o aprendizado a um conceito exclusivamente abstrato e simbólico.

É clara a existência de outros mecanismos corporais agindo como organizadores da consciência e do raciocínio, do saber e do sentir, da experiência de existir e da experiência de existência de tudo que nos cerca.

Quando realizamos alguma atividade física desejando modificar o corpo, é bastante comum que façamos movidos por um sentimento imediatista , preocupados com as dores e a aparência. Não importa os equívocos que tenhamos cometidos ao longo da nossa história, o movimento sempre poderá ser remodelado e os riscos, minimizados. 

Portanto, podemos afirmar que, o sedentarismo é o pai de todos os males. No nosso mundo moderno, 90% das profissões são realizadas sentadas em uma cadeira de escritório. Nosso corpo foi projetado para o movimento, não faz sentido alimentarmos uma cultura que negligencia a atividade física, ou a reduz a condição estética. É importante levarmos a nossa atenção aos movimentos que realizamos ao longo da nossa vida.

Nosso estilo de vida excessivo e veloz nos rouba consciência corporal e nos lança numa espiral de demandas e obrigações. No meio disso tudo o corpo é apenas aquele que nos leva pra cumprir tais papéis. Com pouca consciência nos abandonamos em posturas, gestos e comportamentos disfuncionais. Alteramos os fluxos de energia do corpo e a circulação de nossas águas através de hábitos que reduzem a longevidade e qualidade de vida. 

Mova a sua mente. Movimente-se!                                                                         

Por Amanda Pinho – Psicóloga, Terapeuta Corporal, facilitadora do curso de Anatomia Metafísica e corpo docente da Formação Massoterapia Integrativa.

Fonte: Reeducação do Movimento – Instituto Ivaldo Bertazzo

Corpo e espiritualidade

Conhecer o próprio corpo é um passo muito importante para conhecer a si mesmo. Reconhecer como o corpo se sustenta, como se apoia, seus encaixes e marcas é fundamental para assumirmos a responsabilidade pela vida que vivemos. Todas as experiências que vivemos, as agradáveis e desagradáveis, ficam registradas em nossos tecidos e quando nos movemos na vida, essas memórias nos ajudam a criar coerência no nosso existir.

Segundo a ótica da anatomia metafísica, todo organismo é regulado por aquilo que sente. As condições internas se resumem, praticamente, às nossas emoções, que são determinantes na coordenação das funções corporais. As emoções são muito abrangentes e praticamente definem nossa manifestação na vida. Existem emoções agradáveis, como as causadas pela simpatia, afetividade, ternura, etc., e as desagradáveis, como a raiva, tristeza, medo e etc. As emoções são responsáveis pelos processos somáticos. Ou seja, elas transmitem para o corpo os nossos sentimentos. Por isso, sentir-se bem fará com que o corpo permaneça saudável.

Ao longo dos séculos, o homem acreditou entender mais sobre o corpo do que realmente entende. Apesar do grande acúmulo de conhecimento sobre os processos anatômicos e fisiológicos do corpo, nós temos a tendência de superestimar nossas habilidades. Todos os dias surgem mais evidências da complexidade do corpo-mente. O imenso número de inter-relações entre os componentes do corpo físico, as relações dentro dos sistemas energéticos, os fatores ambientais e componentes mentais e emocionais criam uma sinfonia complexa de relações que estamos apenas começando a vislumbrar.

O verdadeiro problema que o corpo enfrenta está na maneira em que nosso estilo de vida, cultura e tecnologia interfere nos seus processos naturais, comprometendo as redes de comunicação que lhe permite coordenar bilhões de atividades sincronizadas por segundo, necessárias pra manter o estado saudável.

Nosso estilo de vida excessivo e veloz nos rouba consciência corporal e nos lança numa espiral de demandas e obrigações.

No meio disso tudo o corpo é apenas aquele que nos leva pra cumprir tais papéis. Com pouca consciência nos abandonamos em posturas, gestos e comportamentos disfuncionais. Alteramos os fluxos de energia do corpo e a circulação de nossas águas através de hábitos que reduzem a longevidade e qualidade de vida.

A presença constante de pensamentos é a evidencia mais óbvia da consciência – de que estamos cientes de nós mesmos, de nossos pensamentos e nosso mundo. Porém esse fenômeno não é exclusividade da nossa espécie. A física quântica propõe hoje uma nova visão de mundo que considera não a matéria como base da nossa experiência, mas sim a consciência. Tudo é consciência!

Dessa forma, nosso corpo é consciência manifestada na matéria. Tanto faz sentido que quando nos cortamos, sem nenhuma necessidade de controle racional, nosso corpo inicia um processo de reparo sobre o comando de uma inteligência muito a frente de qualquer computador.

Tal engenharia e arquitetura do corpo humano nos revela a magnitude dessa fonte criadora de tudo que há. Somos consciência corporificada, somos uma gota d’agua no oceano existencial. Ao longo da historia os religiosos chamaram essa consciência de Deus, aquele que tudo vê, tudo sabe e tudo controla. Os cientistas mais sensibilizados a chamam de natureza. Hoje em dia é comum ouvir termos como: destino, designer inteligente, criador, entre outros…. não importa qual palavra você use pra nomear o inominável, o importante é experimentar a essência contida nessas ideias.

Até há pouco tempo acreditava-se que o comando absoluto sobre os órgãos do corpo era exercido pelo cérebro, que desde o alto dirigia, por exemplo, a atividade intestinal. Contudo, hoje se sabe que o intestino tem o mesmo grau de importância que o cérebro cranial. Isso é assim, a ponto de que se fala de um segundo cérebro (e não é metafórico. O intestino é, literalmente, nosso segundo cérebro).

O que estou querendo dizer com tudo isso? O corpo humano possui em sua dinâmica de funcionamento as respostas que nosso pensamento anseia. O dinamismo sistêmico que constitui nosso corpo nos ensina constantemente sobre os desafios que vivenciamos fora de nós. Todos os nossos órgãos, endócrinas, músculos e ossos coexistem em uma sinfonia de cooperação entre eles. Não há essa lógica competitiva que escolhemos pra entender a nós mesmos e o mundo aqui fora.

Nosso corpo revela que todas as partes são importantes pra manutenção da saúde do ser, e cada parte tem seu valor e lugar de existência.

Todo o trabalho da religião passa pela tentativa de conscientizar os filhos de seus respectivos Deuses, do seu valor e lugar no universo, paraíso, lar, como preferir. Uma consciência que nossas partes do corpo já manifestam. Há ainda muito pra descobrir nos becos de nossas entranhas sobre nós mesmos e sobre a vida. E pra isso é necessário devolver ao corpo seu papel de protagonista da experiência e educar a mente pra servir e não controlar.

Nosso corpo é um sofisticado sistema de captação e produção de energias vivificadoras, e o papel da mente é canalizar e direcionar essas energias vitais que criam uma atmosfera energética que influenciam a realidade, que por sua vez se moldará de acordo com as nossa crenças. E as crenças que estabelecemos ao longa da nossa existência determinará a maneira como vamos encarar os fatos da vida e servirão de base para a escolha de como reagir e se comportar.

Quando adoecidos, podemos entender que a cura é do ente, pertence à pessoa. Vamos fazer um acordo, de sair da perspectiva vitimada, tudo bem?! Sabemos que as doenças não são ao acaso e que se entrelaçam ao nosso estilo de vida, sistemas de crenças e valores. Se considerarmos os sintomas e doenças como uma linguagem do corpo, quanto auto-conhecimento nossos desequilíbrios nos proporcionaria? E se tão rapidamente assumíssemos a responsabilidade, quantos milagres seriam possíveis? É nessa sabedoria inata que reside todo o potencial de transformação.

Partindo dessa perspectiva apresentada, te questiono, leitor, como chegar a alma sem antes existir num corpo?

O corpo, essa fonte de experiência por tantas vezes negligenciado ou renegado ao simples exercício de poder, busca hoje, em meio a tantos novos conceitos, o seu lugar enquanto ponte entre o céu e a terra!

É comum em situações desafiadores e dolorosas, as pessoas reagirem com comodismo ou revolta. Quando não compreendem a causa de certos acontecimentos justificam seu comodismo com crenças como: “Deus ou o destino quis assim”; “Não aconteceu porque não era pra ser”. Ideias como essas alimentam a vítima que vive em nós, que gostaria de responsabilizar o mundo menos a si mesmo. O “vitimismo” é, sem dúvida, o maior empecilho ao progresso da humanidade, é uma forma infantil de lidar com os fatos.

De que forma podemos compreender os acidentes, as situações problemáticas ou maravilhosas, se não cremos mais no acaso, se não responsabilizamos os outros e tampouco atribuímos à vontade divina ou aos imperativos da vida?

Qual a explicação para o que acontece nas nossas vidas?

A resposta é: VOCÊ É A CAUSA DE TUDO. Você é o centro da sua existência e senhor(a) de seu próprio destino.

Se abandonamos o pretexto de atribuir ao externo nossas frustrações internas, passamos a reconhecer em nós o referencial manifestador que cria a realidade, atraindo pra si tudo de bom ou ruim que acontece em nossas vidas.

Fora do corpo não há salvação!!!

Por Amanda Pinhopsicóloga, terapeuta corporal, facilitadora do curso de Anatomia Metafísica e corpo docente da Formação Massoterapia Integrativa.

CURSO DE ANATOMIA METAFÍSICA COM AMANDA PINHO

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“Estou amando o curso de Anatomia Metafísica. A apostila ficou sensacional e a Amanda Pinho…uau! Estou super feliz mesmo, superou qualquer expectativa” (Viviane)

Dias: 03, 05, 10/09 – matutino

⏰Horário: das 9h às 12h

Local: Instituto Atmo Danai, Ed. Brasil 21, SHS Qd. 6, Bl. C, Sl. 903

CONTEÚDO:
– Do que é formado o corpo?
• Anatomia celular e tecidos do corpo
• Consciência e os 5 sentidos
– As estruturas e o movimento : ação x reação
• Sistema ósseo
• Sistema muscular
– A relação com o ambiente : Eu x os Outros
• Sistema Respiratório
• Sistema Circulatório
• Sistema Digestivo
• Sistema excretor
– Linguagem e comunicação : Razão x Emoção
• Sistema Nervoso
• Sistema Endócrino
• Sistema Reprodutor
• Sistema Energético

INVESTIMENTO: R$ 310 à vista / 2 x R$ 160 (aceitamos cheque, cartão, depósito).

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Saiba o que são os Doshas no Ayurveda

Ayurveda, Ciência da Vida, afirma que tudo no universo é composto por energia, e essa energia existe em cinco diferentes estados de densidade, dando origem aos cinco elementos (Pancha Mahabhuta): éter, ar, fogo, água e terra.

Esses cinco elementos representam as qualidades de energia que podemos reconhecer quando as vivenciamos diariamente nas nossas vidas físicas, mental e emocional. Dão origem à constituição de forças vitais ou “humores”, chamados Doshas, são eles: Vata, Pitta, Kapha, os quais são responsáveis por todas as funções do corpo, físicas e psicológicas.

O(s) dosha(s) predominante determina as necessidades nutricionais, a constituição física, tendências emocionais e mentais e a predisposição para determinados problemas de saúde. Geralmente temos a predominância de um ou dois doshas. Quando nossos doshas estão em equilíbrio (Prakruti), mantemos a saúde e o bem-estar.

Ficou interessado(a) em saber mais e se aprofundar nos estudos do Ayurveda? Temos dois cursos específicos, com matrículas abertas: 

Formação Terapeuta Corporal (práticas terapêuticas corporais – uma abordagem Ayurvédica), com início dias 25, 26 e 27/01/2019;

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