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A saúde medida em vibrações – Hertz

Texto por Renata Beffa – março de 2020

Como qualquer outro vírus, (COVID-19) tem uma baixa vibração, com uma estrutura fechada de circuito eletromagnético, com uma frequência de ressonância de aproximadamente 5,5 Hz a 14,5 Hz.

Nas faixas mais altas, ele não está ativo e, a partir dos intervalos de 25,5 Hz e superiores, o vírus morre….

Para uma pessoa que vive em altas vibrações, não é mais perigosa do que as infecções respiratórias agudas, pois o corpo de uma pessoa saudável “vibra” nas faixas mais altas. 

Apenas ocasionalmente, por razões diversas, ele deslizará para  vibrações mais baixas.

As razões para isso podem ser vários distúrbios no balanceamento energético, como a fadiga, exaustão emocional, hipotermia, doenças crônicas, tensão nervosa, entre outros.

O vírus na natureza, fora do corpo, não tem resistência.

A ressonância de frequência média da Terra é hoje de 27,4 Hz e, portanto, seria destrutiva para o vírus, mas há lugares onde esta frequência é reduzida, ou seja, áreas geopáticas criadas de forma natural ou artificial … (hospitais, prisões, metrôs e veículos elétricos públicos, shoppings, escritórios, locais para beber etc.) Onde as vibrações caem abaixo de 20 Hz …

PARA BAIXOS HUMANOS DE VIBRAÇÃO, ESTE VÍRUS É PERIGOSO 

Veja a tabela de sentimentos medidos em Hz:

DOR – 0,1 a 2 Hz;

MEDO – 0,2 a 2,2 Hz

RESENTIMENTO – 0,6 a 3,3 Hz

IRRITAÇÃO – de 0,9 a 3,8 Hz;

TRANSTORNO – de 0,6 a 1,9 Hz;

RAIVA – 1,4 Hz;

ORGULHO – 0,8 Hz;

ORGULHO (megalomania) – 3,1 Hz;

ABANDONO – 1,5 Hz;

SUPERIORIDADE – 1,9 Hz;

Agora observe os bons sentimentos:

GENEROSIDADE – 95 Hz;

GRATIDÃO (obrigado) – 45 Hz;

GRATIDÃO DO CORAÇÃO – 140 Hz e mais;

SENTIDO DE UNIDADE COM OUTRAS PESSOAS – 144 Hz e mais;

COMPAIXÃO – 150 Hz e acima (mas a misericórdia é de apenas 3 Hz);

AMOR (mental), isto é, quando uma pessoa entende que o amor é um sentimento bom, brilhante e de grande força, mas ainda não aprendeu a amar com o coração, a vibração – 50 Hz;

O AMOR que uma pessoa sente com o coração em relação a todas as pessoas, sem exceção e a todos os seres vivos – a partir de 150 Hz e mais;

AMOR INCONDICIONAL – 205 Hz e mais.

Ressonância Schumann

Por milênios, a frequência do nosso planeta tem sido de 7,6 Hz. Os físicos a chamam de ressonância Schumann e isso se deve ao choque gerado pelos raios no espaço entre a Terra e a ionosfera, que faz a onda ressonadora.

O homem estava confortável nessas condições, pois a frequência de vibração de seu campo de energia tinha os mesmos parâmetros – 7,6 – 7,8 Hz.

No entanto, a frequência de Schumann começou a aumentar rapidamente.

Seguimos a dinâmica:

Janeiro de 1995 – 7,80 Hz, janeiro de 2000 – 9,30 Hz, janeiro de 2007 – 9,80 Hz, janeiro de 2012 – 11,10 Hz, janeiro de 2013 – 13,74 Hz, janeiro de 2014 – 14,86 Hz fevereiro de 2014 – 14,99 Hz; Março de 2014 – 15,07 Hz; Abril de 2014 – 15,15 Hz.

(Atingimos 170 hz em 2020)

Embora consideremos a situação do ponto de vista científico, torna-se evidente que uma pessoa que não aumente as suas vibrações, em breve poderá deixar o plano terrestre de uma maneira ou de outra, e nem as altas esferas sociais nem o capital acumulado a ajudará

Portanto, não devemos ter medo!

Você pode aumentar as vibrações trabalhando consigo mesmo e estimulando comportamentos de união e amor conscientes.

PS. Qualquer emoção negativa fecha o acesso à consciência.

Renata Beffa é fundadora da Healing House  (frequências de saúde)


Ayurveda: Os Gunas – os doshas da mente – parte 1

De acordo com a tradição védica em especial a filosofia Sankhya, toda natureza material nos impele a agir de acordo com três princípios básicos que regem a vida material. Esses princípios são chamados de gunas pelo Ayurveda e são considerados os DOSHAS da mente, ou humores da mente.

“Pureza, paixão e inércia, essas qualidades, ó Arjuna, nascem da natureza e limitam aquele que habita o corpo, ó indestrutível.

SATTVA, por ser desprendida de impurezas, caracteriza-se por iluminar e ser livre de doenças e por aprisionar pelo apego à felicidade e ao conhecimento, ó impecável.

Saiba que RAJAS tem a natureza das paixões, sendo a origem da sede (de prazeres sensuais) e do apego. Ela aprisiona rápido o encarnado, ó Arjuna, pelo apego à ação.

Porém, saiba que TAMAS nasce da ignorância. Ilude a todos que habitam o corpo, aprisiona com rapidez, ó Ajurna, através da indiferença, preguiça, indolência e sonolência.

Sattva vincula-se à felicidade, rajas à ação, ó Arjuna, ao passo que tamas, encobrindo o conhecimento, vincula-se à indiferença.” (Bhagavad gita, XIV)

Charak classificou os doshas da mente em Rajas e Tamas, o terceiro, Sattva é considerado a própria natureza da mente em seu estado de equilíbrio.

Muitas vezes é comum ver pessoas dizendo que tem uma mente vata, pitta ou kapha devido a determinado modo de funcionamento, seja por se considerarem muito agitadas, ou muito dinâmicas ou mesmo letárgicas, porém analisar a mente sob a perspectiva do doshas é um equívoco, pois esse últimos dizem respeito a funções fisiológicas, enquanto que a mente está relacionada com as influências na psique do indivíduo e sua forma de se relacionar com o mundo.

Sattva é compreendido por equilíbrio, clareza, luz e indivíduos influenciados por essa energia tendem a buscar por atividades que promovem mais saúde, evolução, auxilio ao próximo. São pessoas muito conectadas com a natureza e seus ritmos biológicos. Gostam de acordar cedo, praticar exercícios, meditação, yoga e atividades que geram tranquilidade e clareza para a mente e saúde para o corpo. Da mesma forma buscam uma dieta com alimentos frescos, de fácil digestão e de fonte vegetariana. Se preocupam com o meio ambiente e sentem-se como parte dele e portanto, nada que agrida o meio ambiente os atrai. Indivíduos sattvicos estão sempre com um bom nível de energia física e mental, pois sua rotina e estilo de vida são muito equilibrados. Alguns líderes espirituais, pessoas que fazem caridade (sem a necessidade de serem reconhecidos), atletas são pessoas de características sattvicas. Essas pessoas fluem com mais facilidade na vida sem apegos e tendem a ser mais flexíveis as mudanças.

Rajas é compreendido como a inteligência da ação, movimento, dinamismo. Indivíduos influenciados por Rajas são pessoas com tendências mais ambiciosas, que buscam por mais poder, mais dinheiro, mais conquistas de modo geral e gostam sempre de estar fazendo alguma coisa, realizando algum empreendimento. Sua força motriz é a paixão e tendem a mover-se em direção da realização de seus desejos materiais. Geralmente são lideres natos, gerentes, donos de algum negócio, comerciantes, grandes conquistadores etc… São atraídos por uma dieta e um estilo de vida que os impulsionem mais a ação, gostam de alimentos de sabores fortes, ácidos, salgados e estimulantes que promovem mais movimento na mente, como o café e outras substâncias similares. Entretanto, por fazerem uso excessivo de sua energia física e mental tendem a se cansarem demais gerando eventualmente uma estafa física que os obriga a parar por motivos de saúde.

Tamas é aquilo que promove escuridão, torpor, ignorância. Indivíduos tamásicos tendem a ser pessoas muito resistentes a mudanças. Estão sempre em busca de atividades ou substâncias que levam a uma total letargia física e mental. Gostam dos excessos, comem muita carne e alimentos pesados, álcool, etc… gostam de dormir demasiadamente, praticar atividades que levam a uma exaustão como sexo em excesso, passam horas bebendo ou acordados tarde da noite e tendem a ter uma energia apática, sem vitalidade, e principalmente não conseguem fazer alguma austeridade quando se trata de saúde física ou mental. Sua saúde pode ser mais debilitada pois usam de mais do corpo e parecem não dar muita importância para aquilo que lhes promove mais embotamento e perda de saúde, pois geralmente suas amuletas são como anestésicos para seu lado emocional, que geralmente não fazem questão de trabalhar, e por isso são sempre inclinados a esses excessos. Eles são como árvores que se enraízam no solo e não se movem, mesmo com uma tempestade ou qualquer outra calamidade. O mesmo se vê em suas vidas e apegos, tendendo a serem bem rígidos quando se trata de mudança, preferem seguir com seus “prazeres”.

Texto por Mario JP Neto – Instrutor de MT e Ayurveda

Facilitador do curso de Formação Ayurveda Clássico – Autoconhecimento e Formação

SAIBA MAIS

 

Respiração: amor e poder

A respiração é um indicador essencial daquilo que está acontecendo internamente e expressa o nosso estado emocional. Logo, o equilíbrio da energia emocional está intrinsecamente ligado ao da respiração, eles são inseparáveis.

O ritmo respiratório relaxado constrói um senso de concentração. Consideramos uma pessoa “centrada” quando ela está ligada ao ritmo de sua respiração. A rigor, o centro gravitacional do corpo se encontra no hara, duas polegadas abaixo do umbigo.

Quando uma pessoa está flutuando na água, por exemplo, seu peso é distribuído para todos os lados deste ponto. Se estiver ansiosa, quebrará o ritmo da respiração, criando uma contração e afundando, pois a ligação com o seu centro se perdeu.

A respiração tem um ritmo semelhante ao do mar. Se sintonizarmos nossos ouvidos, podemos ver as ondas subindo e descendo no abdômen e no peito, podemos ouvir o som da inspiração e da expiração, podemos colocar nossas mãos na superfície do corpo e sentir os seus movimentos. Durante a inspiração, o tronco se expande e um impulso de alongamento sobe pela espinha. Durante a expiração, a pessoa fica menor e mais baixa. Expirar é ceder e liberar. Inspirar é encher e conter.

 

A respiração pode ser uma expressão da espontaneidade ou um reflexo do condicionamento do caráter. A maneira como uma pessoa respira revela um ritmo e um bem-estar interior ou demonstra tensão, desconforto, pressão e intranquilidade.

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O centro emocional de uma pessoa é sentido no coração e o centro energético no hara. Se o diafragma está relaxado, estes dois centros estão em conexão, mas se estiver tenso, a ligação é rompida. A pessoa poderá se sentir ligada ao coração e, ao mesmo tempo, senti-lo sem o suporte da energia da metade inferior do corpo. Por outro lado, a pessoa pode sentir poder e vitalidade no centro do hara e estar contraída, vazia e fria no coração.

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Podemos chamar estes centros de “centro do amor” e “centro do poder”. Quando eles se separam, temos amor sem poder ou poder sem amor. Quando a ligação do diafragma se abre, a pessoa está centrada no poder do amor.

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O centro do coração está relacionado à respiração torácica, o centro do hara, à respiração abdominal. Na respiração torácica enche-se o peito e o mesmo é mantido na posição inflada. Os sentimentos são retidos, criando uma sensação de “supercontenção”, há um medo de expirar completamente, pois é o mesmo que morrer, dissolver limites e expressar-se mais espontaneamente.

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Paradoxalmente, esta sensação de pressão torácica realmente cria um risco de morte, já que a respiração inspiratória superinflada está frequentemente associada a personalidades do tipo rígida, que tem propensão à pressão alta e a ataques do coração. O coração se sente enjaulado. Uma pessoa assim, quando fica emocionada, tende a reprimir as emoções. Essa pressão, aliada à rigidez peitoral, aumenta o risco de fadiga no coração.

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A tendência de “supercontenção” no abdômen é frequentemente encontrada em pessoas que aprenderam a engolir e conter seus sentimentos, são personalidades “masoquistas”. Elas criam uma forte pressão no abdômen para impedir que sentimentos ruins venham à tona. O oposto deste padrão masoquista é encontrado em pessoas que sofrem de histeria ativa. Elas, geralmente, tem dificuldade de se conter e se identificam com a expiração.

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A expiração traz em si um grito, um gemido, ou alguma expressão emocional. Pode-se notar, a partir de uma observação mais profunda, a falta de contato com a inspiração. Pessoas em processos de histeria perdem facilmente seu senso de concentração. A barriga se agita e tende a ser mantida em deflação. Neste caso, ajudar essa pessoa a entrar em contato com a inspiração no abdômen, para que ela possa construir um senso de concentração e contenção, é parte fundamental do trabalho terapêutico.

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Pessoas dependentes e muito carentes, com estrutura de caráter “oral”, lutam ao levar ar para dentro, assim como apresentam uma inibição no ato de sugar e de tocar. A pessoa aparenta estar, ou se sente, vazia e fraca. Essa sensação de subnutrição provoca uma inspiração abdominal e peitoral insuficientes. Isso a mantém num estado metabólico baixo, que sustenta a sensação de deficiência.

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Quando Reich começou a ajudar seus pacientes a prestar atenção na respiração, observou que muitas pessoas apresentavam a tendência inspiratória. Ele se concentrou, principalmente, na importância da expiração e da liberação emocional, mas as experiências revelaram que muitas pessoas precisam aprofundar também a inspiração.

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Um dos processos menos entendidos por aqueles que trabalham com a respiração é o da hiperventilação. Os sinais de hiperventilação podem ser facilmente detectados: a pessoa acelera a respiração ou prolonga a expiração e tenderá a ser pouco ativo ou pouco expressivo. Depois de algum tempo, seus dedos começarão a ter cãibras e o corpo inteiro irá se enrijecer.

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Os sintomas da hiperventilação são, nos primeiros estágios, um formigamento suave, que pode ser agradável, mas que se torna desagradável, seguido de sensações de tensão, dor e insensibilidade, primeiro nos dedos, talvez nos lábios e na língua, com resultante dificuldade de falar. Há uma constante sensação de tontura ou irrealidade, pânico ou confusão, acompanhada de uma pressão ou tensão no abdômen.

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O que causa essa hiperventilação é a perda de dióxido de carbono. A respiração “super acelerada”, ou expiração forçada, acarretam uma liberação excessiva desta substância. O nível de dióxido de carbono no sangue cai, tornando o Ph sanguíneo alcalino. Essa alcalinidade ocasiona um desequilíbrio de cálcio nos músculos e nervos. Esse desequilíbrio de cálcio causa um rápido disparo dos sinais emitidos pelos nervos para os músculos, que com isso se contraem e começam a entrar num estado de tetania, começando pelas regiões periféricas (dedos das mãos e dos pés, lábios e nariz). Muitas pessoas entram neste estado espontaneamente quando se encontram numa situação de muita ansiedade. A maneira de sair da hiperventilação é inspirar mais profundamente, o que restaura o equilíbrio entre oxigênio e o dióxido de carbono na respiração.

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O mecanismo central comum a todos os tipos de “couraça” é um distúrbio respiratório. Quando lidamos com o centro do corpo, lidamos com a respiração e com os ritmos emocionais. O equilíbrio entre a inspiração e a expiração é o mesmo equilíbrio entre a retenção e a liberação emocional.

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Quando Wilhelm Reich descobriu o papel fundamental da respiração inibida em todas as personalidades neuróticas, ele descreveu essa descoberta como “penetração no reino vegetativo”. Isso o levou a investigar os domínios escondidos no interior do corpo, a pulsação da vida através das artérias, as batidas do coração, o fluxo de secreções das glândulas e a pulsação peristáltica do intestino. Sempre que havia distúrbios respiratórios crônicos, ele encontrava distúrbios nesses ritmos internos, bloqueios à suave e harmoniosa pulsação do sistema orgânico interno.

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Quando enfrentam uma situação temporária de emergência, os animais experimentam estados agudos de estresse, durante os quais esses ritmos metabólicos são alternados ou interrompidos. Eles só conseguem retornar aos ritmos suaves quando alcançam um estado de relaxamento e bem-estar, assim que o desafio ou a ameaça são eliminados. Os seres humanos, desde os primeiros momentos da vida, são frequentemente expostos a situações duradouras de tensão. A exemplo: as difíceis condições de uma educação castradora, super protetora ou frustrante, um bebê que é deixado desnecessariamente chorando durante horas, uma criança que se sente culpada por não controlar suas funções fisiológicas ou que apanha e é humilhada.

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Todas estas são situações temporárias de emergência, onde tudo é normalizado em pouco tempo. Mas essas crianças, quando crescem, ficam condicionados a reprimir ou distorcer seus sentimentos naturais, podendo acarretar um estresse crônico. Durante um tratamento terapêutico, à medida que as emoções bloqueadas são liberadas e os músculos tensos desistem da sua função defensiva, movimentos espontâneos ocorrem nos sistemas musculares esquelético e liso. A relação existente entre as principais camadas musculares esqueléticas e os músculos lisos do sistemas orgânicos internos do corpo é muito complexa.

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Em 1933, Reich descobriu que, num determinado ponto do trabalho terapêutico, os tremores musculares espontâneos, que eram liberados quando os músculos desistiam da sua carga energética aprisionadora, começavam a se unir numa pulsação rítmica do corpo, totalmente involuntária, por causa de sua semelhança com os movimentos orgásticos. Ele denominou essa pulsação, esse reflexo corporal espontâneo que ocorre como resposta a um relaxamento profundo, de “reflexo de orgasmo”.

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Normalmente, quando está carregada de energia, a pessoa é induzida a agir, e na ação prevalecem a tensão da concentração e o uso dos músculos voluntários. Por outro lado, as pessoas geralmente se deitam e relaxam quando estão cansadas e precisam se recarregar, pois o nível de energia está baixo. A terapia bioenergética, por sua vez, apresenta uma situação em que uma forte carga e uma alta excitação (da liberação emocional) ocorrem simultaneamente com o relaxamento muscular. Se já tiver sido resolvido os bloqueios energéticos no corpo, o reflexo do orgasmo ocorre, como um reflexo da liberação energética.

Por Atmo Danai